O importante é não deixar pensar.
-Por isso é necessário diminuir a quantidade de períodos dessas matérias!
O importante é não deixar pensar.
-Por isso é necessário diminuir a quantidade de períodos dessas matérias!
Filósofos modernos não-acadêmicos publicam suas reflexões nos almoços em família.
-Qual o sentido da vó seguir casada, se odeia o vô?
-Por que trabalhar tanto, se no final da vida não é do dinheiro que se lembra?
-Criticar sem propor mudança é apenas desabafo.
O problema é que os parentes não gostam do climão.
-Desnecessário, Lucas...
-Mó chato o cara…
Faculdade de Filosofia só valeria a pena se virasse professor de Filosofia na faculdade.
Na educação básica eram poucas vagas e no mercado de trabalho, quase não existia trabalho.
Como é difícil pensar e fazer os outros pensar no Brasil...
-Já tem a cobrinha como acento.
O problema é que nunca lembrava que o til era um sinal gráfico e que acento era um só, o agudo.
Justificou a ignorância num remendo retórico:
-Mas pelo menos o ímã gruda as coisas com ou sem o acento, né, profe?
E o Brasil que gosta do Brasil comemorou.
Usou os tempos verbais numa tarde, quando viu cruzar na frente de casa, aqueles que se diziam seus amigos, indo passear na praça da cidade, sem o convidar.
-ERAM, não SÃO mais, e nem SERÃO meus amigos.
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No dia 07 de janeiro, dia do leitor, vou sugerir 07 livros para leitura.
Não é por acaso que ganhou o Jabuti. Falando sobre temas sociais, Itamar conta a história das irmãs Bibiana e Belonísia. A história é tragédia após tragédia e não poderia começar diferente: uma das irmãs corta a língua numa adaga e perde a fala.
02- O tempo e o vento, de Érico Verissimo.
Um livro que li na adolescência e voltei a ler agora adulto. A leitura é gostosa, muito prazerosa. Conta a história da formação do Rio Grande do Sul e para mim, por essa razão, a história é ainda mais significativa.
03- O livro dos abraços, de Eduardo Galeano.
Contos curtos de um dos maiores escritores latinos. Fiquei triste quando cheguei ao final do livro. Queria mais histórias, mais reflexões, mais palavras engenhosamente combinadas, formando adoráveis narrativas.
O clássico do Gabo virou série da Netflix. É um livro extenso e complexo, mas muito belo. É um representante do realismo fantástico. O início já indica dá a tônica do que virá depois.
05- O beijo da morte, de James Patterson.
Tem filme baseado no livro, mas o camalhaço de mais de 400 páginas é muitas vezes melhor. Eu era adolescente quando li. E a perseguição policial, misturada com histórias de amor, combina bem nesta obra.
Li na adolescência e foi um dos livros que mais me deixou vidrado lendo lá pelos 13, 14 anos. Uma história de amor e suspense.
07- 100 Beijos e Abraços, de Giovani Roehrs Gelati.
Para quem quiser conhecer o que são microcontos e desfrutar de 100 belas histórias de amor -e desamor. Claro que indicaria um livro meu. Eu o acho maravilhoso e tenho certeza de que você gostará muito da leitura. O e-book está à venda na Amazon.
Seja o livro impresso ou digital, seja o gênero que for, ler é viajar na imaginação para uma realidade diferente -às vezes melhor, às vezes pior, às vezes só para rir, às vezes para refletir e chorar.
1. Imagem gerada a partir de inteligência artificial, via Canva.com
2. Este microconto compõe o meu livro "100 Beijos e Abraços", à venda na Amazon.
Nesse sábado ocorreu mais uma feira do livro. Mais uma dentre várias do Brasil. Mas não foi em qualquer feira, porque não foi em qualquer lugar. Foi numa das minhas escolas do coração, a EMEB Dom Bosco. Sim, profes têm o coração enorme para caber muitas escolas e muitos alunos lá dentro. E, por fim, porque foi uma feira espetacular. A cada ano melhora.
A patronesse foi a uruguaianense Maria Tereza Lunardini Cardoso, professora e escritora. Minha colega das letras.
Grande parte das produções dos alunos se deram em torno dos livros da autora. Outras exposições e oficinas, não. Mas todas tinham em comum os livros.
E como são bons os livros.
Nesse meu mais novo livro de microcontos, "100 Beijos e Abraços", escrevi um microconto que fala sobre esse amor às obras literárias.
ABRAÇO FORTE
Com a lágrima ainda correndo pelo rosto, abraçou o livro, o seu amigo que nunca o trairia.
Realmente, o livro é um amigo para todas as horas: não julga, não se esquiva nos momentos dramáticos da vida, escuta nossos lamentos, nos acolhe com suas páginas recheadas de reviravoltas e ainda faz com que nos deleitemos com as suas histórias. E, claro, não nos trai.
É ótimo ver os livros recebendo a devida pompa que merecem, o local de destaque.
A gente dá aquele abraço metafórico no livro e ele retribui, abraçando-nos da mesmo forma, com um abraço forte daqueles.
Com a lágrima ainda correndo pelo rosto, abraçou o livro, o seu amigo que nunca o trairia.
1. Imagem gerada a partir de inteligência artificial, via Canva.com
2. Este microconto compõe o meu livro "100 Beijos e Abraços", à venda na Amazon.
Primeiro foi o livro. Depois um café. Seguiu-se um abraço. Então um beijo.
Para selar o namoro, fundaram um clube de leitura.
1. Imagem gerada a partir de inteligência artificial, via Canva.com.
2. Este microconto compõe o meu livro "100 Beijos e Abraços", à venda na Amazon.
O bullying dos corredores e da sala de aula eram esquecidos depois que adentrava nos reinos das histórias de ficção.